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Nossa história

Hoje é dia 16 de fevereiro de 2018. Não parece que faz tanto tempo assim, e ao mesmo tempo parece que já faz uns 30 anos… Essa foto foi do momento tiete da Brenda no Congresso de Salsa de Sao Paulo em 2010, 1a vez que se encontraram… Anderson, sempre sorridente e charmoso ja cuidou de adicionar Messengers e Orkuts (na época ainda existia tá) e assim mantiveram contato.. Conversaram algumas vezes pela internet e entre desabafos e curiosidades Anderson comentou sobre a vida em Nova York… Como gostava de morar num lugar com tanta gente talentosa, tanta arte, tanta dança e que entre alguns sonhos, ele gostaria de construir um centro de danças brasileiras em Nova York… Brenda contava um pouco sobre a vida no plano de carreira Jaime Arôxa.. Ela morava no Rio e equilibrava seu tempo entre fazer faculdade de administração, ser bolsista, monitora e dedicava 14 horas do seu dia à dança entre jazz, ballet, parceria de tango, parceria de zouk, escapadas em outras escolas para aprender outras vertentes da dança, bailes de segunda a domingo, enfim, vidas totalmente diferentes, talvez com uma coisa em comum.. O desprendimento e vontade de experimentar coisas novas…
Alguns meses depois, Brenda viajou com sua família para os EUA e num surto de loucura e curiosidade, teve a brilhante ideia “eu vou pra Nova York”. Pediu indicações do Anderson sobre escolas que poderia visitar e ver de perto todo aquele talento que ele comentou e lá se foi, sozinha, com 30 barras de granola, 107 dólares e muita disposição… Talvez essa loucura tenha despertado a curiosidade dele, ou foi apenas destino mesmo, o fato é que em setembro de 2011, Anderson tinha terminado sua maravilhosa parceria com Vanessa Jardim e Brenda estava num momento extremamente conturbado ao término da sua tentativa de parceria com Kamacho e numa quinta feira nublada ele perguntou se ela não teria vontade de ir pra Sao Paulo fazer parte de uma companhia de dança que ele queria montar e quem sabe tentar fazer um trabalho juntos porque ele tinha um Congresso de samba em Barcelona que precisava levar alguém…
Por que ela? Por que naquele momento? Por que? São perguntas que a gente se faz ate hoje… Eles nunca tinham dançado juntos, apesar das conversas de Messenger, eles se conheciam muito pouco… Se a pergunta viesse uma semana antes, ela não iria, uma semana depois, também não… Mas foi naquele dia.. E apesar de ela estar extremamente destruída da ultima tentativa de parceria, seu amor pela dança e curiosidade falaram mais alto e lá foi ela tentar mais uma vez…
E no primeiro treino, apesar da tristeza das ultimas perdas, os dois experimentaram uma celebração de corpos.. Duas linguagens totalmente diferentes, diferentes danças, mas uma coisa já estava presente.. O conforto do seu abraço, o sorriso no rosto, e o prazer dela em seguir… Foi uma festa..
—— I —–
Bom, isso tudo foi através do olhar da Brenda agora vou colocar um pouco do meu ponto hihihi…

Quando iniciei o contato com a Brenda, foi um momento onde eu não estava mais com uma parceria fixa e perambulei pelos Estados Unidos pra viver a experiência de uma cidade grande que respira a arte. La tive o contato com o mundo da salsa e paralelamente levava o samba com workshops pois era minha única fonte de renda. Confesso que as coisas não foram fáceis pois eu tinha cem dólares para passar três meses e claro que isso não iria me sustentar. Graças a algumas amizades e a coragem que tive de me jogar dentro do mundo dançante, acabei conseguindo alguns trabalhos em discotecas dançando salsa e junto com os workshops eu ganhava o dinheiro necessário para sobreviver nessa cidade imensa.

Acredito que o fato de em poucas conversas eu sentir essa coragem e dedicação da Brenda, me motivou muito em ter alguém do meu lado com tanta sede de desenvolver não somente a dança como também o ser humano esse que corre atrás e faz as coisas acontecerem!

Depois de um bom tempo ja no Brasil quando por definitivo minha parceria com Vanessa foi finalizada, a primeira pessoa que veio na minha mente foi ela Brenda

Uma conversa e claro algumas insistências de minha parte fizeram com que Brenda me desse um voto de confiança para tentar pela sua última vez viver dessa arte que é a dança.

Hoje com muita alegria, sou muito grato por ela ter aceitado e dado inicio na nossa jornada juntos pois não tinha nenhuma segurança pelo fato de nem sequer termos dançado ou nos conhecido pessoalmente.

Com sua chegada, uma energia que não sei como explicar pois se tentar agora seria com a consciência de hoje e não daquela época, nos conectamos de uma tal maneira que nossos corpos por mais diferentes que fossem naquela época, conseguimos nos comunicar de uma forma muito prazerosa onde demos inicio ao que hoje desfrutamos e colhemos com esse encontro lindo…

Quando Brenda chegou em SP iniciamos os treinos e ainda perdidos sem ter um objetivo em conjunto nosso primeiro foco era o congresso de Samba em Barcelona que ja tinha marcado e nesse evento foi onde tive o primeiro contato com algo muito assustador que nunca passei ou imaginei vivenciar, mas esse acontecimento vai ficar mais pra frente pra deixar vocês um pouco mais curiosos…

——- II ——
Hahaha.. Legal bixo, mas antes de chegar lá em Barcelona quero lembrar da minha primeira noite em SP!
Gente foi muito louco! Bom, a gente treinou e foi maior celebração de corpos como falamos e lembro que minha mãe tinha ido comigo (ela tava com medo daquele cara todo tatuado e cheio de piercing na cara rsrs) e a primeira coisa que ela fez foi lançar aquele olhar 43 pra mim de quem diz assim: “hummm, vocês vão acabar se envolvendo”
Aí ela marcou uma super conversa com o Anderson e empurrou ele na parede “Olha, vocês não podem se envolver, se for pra fazer alguma coisa tem que ser só profissional porque esse negocio de dançar e namorar não dá certo”
O Anderson logo falou “Não, imagina, sem problemas, não se preocupe, eu estou até começando um relacionamento, é só profissional mesmo!”
Hum hum… Legal, isso era o que todo mundo queria, mas todos sabemos que pensar e sentir são duas coisas que dificilmente caminham juntas rs e na minha primeira noite em SP, um cara me convidou pra ir a um baile… Eu, fome de baile como sou, liguei pro Anderson pra perguntar se ele queria ir ou se achava que esse cara era confiável (era um conhecido dele).. E fui..
E lá estava eu, dançando na Troppo quando chega a outra personalidade do Anderson.. hahaha Para quem não sabe, na época (agora melhorou bastante né bixinho kkkk) O Anderson tinha a síndrome do príncipe encantado.. Dava pra ver seu cavalo branco, sua armadura reluzente, aquele vento batendo no rosto com sua cabeça careca e olhos verdes de sobrancelhas impecáveis olhando para mim e dizendo “Venha comigo donzela, eu vim te salvar” rsrs
E eu ia dizer o que na época, com a consciência que eu não tinha, rs?! Nesse mundo que diz que os homens precisam casar com uma mulher só, mas cria homens para ter e querer todas as mulheres do mundo, e mulheres para acreditar que seu príncipe encantado um dia vai chegar, fui feliz da vida.. E confesso que nosso primeiro ano de namoro foi quase um conto de fadas.. E assim começa a nossa segunda história.. Temos a historia da parceria e a historia do relacionamento que começaram ao mesmo tempo e se misturam, se alimentam, se destrói e se reconstrói e direcionam muita coisa nas nossas vidas até hoje que somos melhores amigos…
Na sala de aula, alguns conflitos internos começavam a surgir em mim… Eu que fui da escola Jaime Arôxa durante 4 anos, onde a prioridade era o contato, a condução e resposta, a relação entre homem, mulher e música, estava dando aula com alguém que ensinava através basicamente das movimentações e regras estéticas do samba funkeado e salsa… E desde lá a generosidade do bicho se mostrou presente… Qualquer idéia, qualquer sugestão que eu dava durante as aulas para algum exercício que envolvesse um pouco mais o sentir que o pensar era muito bem recebida por ele, O Anderson tem esse dom.. De trazer a tona o potencial de quem está perto dele…
—— III ——
Eita que a Brenda levou essa história pra um lugar íntimo e interessante!
Confesso que quando a Brenda chegou em SP, fui com um amigo no aeroporto busca-la e assim que ela saiu do portão de desembarque esse meu amigo ja soltou uma piadinha que não digeri muito bem e naquele momento algo me disse “cuida dessa menina porque não vai ser fácil” hahaha! Parece uma besteira mas isso ficou registrado na minha mente e minha total insegurança foi acessada pelo medo de não ter do meu lado alguém que eu visse como séria e responsável, até porque era disso que eu estava precisando naquele momento por não ter essas características em mim, mas não tinha consciência disso.
Depois de treinar deliciosamente pela primeira vez, tivemos esse bate papo onde a mãe da Brenda me colocou nessa parede e logo eu com o ar de bom moço disse a ela: “Pode ficar tranquila que isso não vai acontecer, não quero envolver o pessoal com o profissional” hahaha bem esse típico papinho que nossa mente tenta nos enganar. Mas como a Brenda disse lá em cima, pensar e sentir não é a mesma coisa.
No dia seguinte, recebo uma ligação da Brenda me perguntando se tudo bem ir num baile com uma pessoa e eu sem querer interferir disse que tudo bem só que pra ela tomar cuidado. Não deu 2 horas e lá estava eu chegando na balada com meu “cavalo branco” todo arrumado para protege-la kkkk
Bom claro que depois disso começamos a olhar um para o outro de uma outra forma e fomos nos envolvendo. Aquilo que “não era” para acontecer, acabou acontecendo e hoje sou muito grato por ter sido exatamente assim e tudo faz sentido hoje!
Sem entrar muito nessas partes íntimas até porque já entramos bastante, e acho que vamos continuar entrando de leve kkkkk seguimos nossos treinos rumo ao nosso primeiro trabalho que seria em Barcelona num congresso de Samba.
Brenda dançava bastante tango e zouk e eu samba, e resolvemos fazer uma coreografia de Samba com Zouk com a música Butterfly de Jason Mars. Nos treinos com Brenda tudo fluia muito bem, tudo era muito fresco e confesso que até hoje é o mesmo frescor, olha que são quase 7 anos dançando todos os dias praticamente. Eu sempre gostei de experimentar coisas novas e a maior novidade pra mim naqueles treinos era o tal do questionamento coisa que eu não fazia quase nunca, e a Brenda trazia isso com muito sentido. Antes eu tinha o costume da prática e fazer acontecer e de repente chegava perguntas do nada como por exemplo: “por quê preciso colocar meu pé ali?”, “Por quê têm que ser assim ou assado?”. Começa aí um Anderson que se abre a se questionar pela primeira vez, até porque eu não tinha as respostas para as perguntas dela
Quer que a historia continue? Deixa uma mensagem que a gente segue o barco
——- IV ——-
Nossa, demorei mas voltei kkkk.. Hoje é dia 13/05/18 e essa é uma das primeiras vezes na vida da nossa parceria que a gente começa a sentir que eu e Anderson, temos vidas diferentes.. Anderson é capricorniano e eu taurina.. Pra quem não sabe ou não acredita, dizem que esses dois signos, além de dedicados, gostam muito de trabalhar.. E isso fez com que, sem perceber, nos tornássemos o nosso trabalho 100%. Eu, Anderson e trabalho, viramos uma coisa só. E nesse fim de semana, experimentamos algo muito novo, eu, sou uma pessoa e ele também! kkkk parece loucura mas isso foi muito revelador, mas estou pulando 6 anos de historia, então, deixa eu voltar rsrs…
Aí lá foi a gente para Barcelona, apresentar nosso primeiro show! Nossa, minhas pernas ainda tem vontade de tremer só de lembrar disso… Ia ser a primeira vez na vida que eu ia me apresentar assim, num palco gigante, fora do país, só eu e meu parceiro (que ainda era meu ídolo), depois de ter passado pela trágica experiencia de ter sido agredida nas últimas apresentações com meu último parceiro de dança… Só para explicar um pouco o que acontece, ainda até hoje com meu corpo, antes de entrar no palco o terror psicológico com esse ex-parceiro funcionava assim: “Se você errar, vou te largar no meio da pista pra todo mundo ver o quanto você é ruim”… “Se eu tivesse competindo com qualquer outra garota, eu ganhava”… Cada desequilíbrio, ele me empurrava ou apertava forte, ou conduzia com agressividade ou me beliscava no meio da dança, até que numa apresentação em Uberlândia, ele me agrediu na frente de todos, me deixando cair de um cambret e me conduzindo com muita força até eu bater o nariz no seu peito.. (Tirei o video da internet pq virou prova judicial)
Independente de ter resolvido essa situação legalmente e buscado terapia.. As memórias corporais desses e de outros episódios ficaram gravadas em meu corpo, e na época, eu não fazia ideia do que estava por vir…
O fato é que, 3 meses depois disso, lá estava eu, passando a coreografia nova no ensaio geral de palco em Barcelona com o andersonmaravilhoso.com e no meio do ensaio PLOFT! TELA AZUL! TILT! BUG GERAL! Meu corpo travou, minhas pernas pesavam 10 toneladas e todos os meus músculos endureceram. Eu nao conseguia me mexer e lembro até hoje da cara de desespero do Anderson. Cadê? O que aconteceu? A gente tem que continuar o resto da coreografia! O show é hoje! O que eu vou fazer!?
Demorei uns 30 segundos para conseguir sair daquela posição, pra dizer que eu não sabia o que tava acontecendo e ir pra trás da cortina chorar o choro de medo mais desesperador da vida… Lembro que eu culpava o Anderson por não entender o quanto aquilo estava sendo difícil pra mim e ao invés de me dar apoio, ele me cobrava pra fazer o que a gente tinha ensaiado… A gente nunca soube lidar muito bem com o que eu descobri depois ser a famosa síndrome do pânico que eu nunca imaginei, em toda a minha alegria de viver, desenvolver… Mas lá estava eu, tremendo dos pés a cabeça, morrendo de medo de morrer de falta de ar quando eu me dei conta, que apesar de me vitimizar por tudo aquilo, ninguém ia me resgatar. Até hoje, em momentos de desespero, essa é a única corda que me tira do buraco.. Ninguém está vindo te salvar, então, acorda!
Respirei fundo, tomei uma dose de vodka e além de apresentar a nossa coreografia, dancei um improviso com o Carlos Bolacha que estava sem parceira…
Licão grande. Se alguém assistir o video desse dia (acho que se buscar Spai carioca 2011, encontra) vai ver uma Brenda, insegura, trêmula e incerta em seus movimentos. Mas ali eu aprendi, que o tamanho da nossa vitória, nao está em preencher expectativas externas, mas na força de lutar contra nossos próprios fantasmas..
Depois disso, tive muitas crises relacionadas ao mesmo tema.. Meu corpo ainda reage como se estivesse em perigo TODAS as vezes que eu preciso dançar em público… Mas graças a isso eu fui obrigada a me conhecer melhor, a entender minhas feridas e trilhar um caminho sem volta na busca do auto conhecimento, da meditação e ao encontro do sentido que a dança tem na minha vida.
Nossa, essa parte da historia parece tensa né?! rsrs Como será que foi pro bixo?! Sua vez bixinho!
Quer saber mais?? Mande uma mensagem que a gente continua
—————– V ——————
Primeiro Show juntos por Anderson Mendes…
E la vamos nós para nosso primeiro trabalho fora do Brasil e praticamente nosso primeiro trabalho de parceria!
Senti o peso de uma responsabilidade que antes não sentia, pois trabalhava ao lado de uma parceira experiente nessa parte de palco assim como eu ja tinha uma boa experiência nós lidávamos super bem com a sensação de subir a palco e desfrutar de toda aquela adrenalina. De repente no meio de uma marcação de palco me deparo com minha nova parceira Brenda Carvalho travada sem mexer nem um dedo. O susto foi grande pois estava passando por algo que nunca havia experimentado naqueles 14 anos ja vividos em cima de palcos. Acho que a única vez que lembro de ter ficado meio sem reação assim foi uma vez numa competição com uma companhia que eu dançava na minha adolescência, eu por uma distração esqueci o tempo de entrar em cena num momento da coreografia e quando vejo minha parceira estava em cena sozinha naquela parte e fui entrar só em outra parte todo atrasado… Acabando a apresentação fui diretamente pro banheiro do camarim e chorava como uma criança desesperada. Voltando a situação da Brenda congelada na marcação de palco, aquele momento eu realmente não tive idéia do que fazer pois nunca havia lidado com uma situação dessas, onde eu precisava tomar alguma atitude. Como ela mesmo disse eu simplesmente dizia a ela “que esta acontecendo?”, “precisamos continuar”. O desespero bateu ainda mais pelo tanto que eu me cobrava em fazer o trabalho da melhor forma possível e para mim a melhor forma possível era não fazer besteira como por exemplo não me apresentar. Confesso que eu era muito rígido com relação aos combinados na parte profissional e isso me trazia uma carga enorme de cobrança. No final das contas depois de uma pausa nós voltarmos ao presente que nem idéias disso tínhamos, conseguimos fazer o show e foi maravilhoso, lembro de ter finalizado com uma sensação de que uma grande etapa de nossa parceria tínhamos enfrentado e superado.
Esse congelamento que a Brenda passou durante esse trabalho acabou despertando algo em mim que nunca havia passado e com isso se deu o inicio a essa jornada de compreender melhor o outro e olhar para mim mesmo no lado de como lidar com algo onde não temos o controle. Digo a vocês que esse é somente o inicio de uma história longa de crises dançantes que passamos durante esses 7 anos dançando em diferentes palcos desse mundo todo atravessando cada momento de crise até chegar onde estamos hoje! Foi a primeira crise de muitas outras que vieram e hoje sou muito grato por cada uma delas pois foi através disso que aprendi a compreender melhor o espaço do outro, o cuidado com o outro, e a encontrar uma leveza nessa cobrança que adquirimos em relação a provar nossa excelência. Somos seres humanos e quando dançamos com alguém, não temos ideia de sua história, portanto desejo a todos uma compreensão maior na hora de se relacionar com seu coleguinha na hora de dançar, e que a entrega e atenção te traga uma maior intimidade na sua conversa dançante!
Quer saber mais? Fique por dentro que logo mais continuaremos essa história linda que ja dura 7 anos!
—————– VI ——————

5 comentários em “Nossa história”

  1. Ana Cláudia

    Já era super fã do trabalho e da dança de vocês e agora lendo um pouco da história e trajetória de vocês aumenta ainda mais minha admiração e respeito pelas pessoas lindas que são… Essa entrega, confiança e verdade é o que mais me emociona a cada apresentação que vejo… Parabéns!!! Muitas realizações e sucesso sempre a vocês…

  2. Estou amando conhecer um pouquinho mais sobre vocês. Desde a primeira vez que um amigo me mandou um vídeo de vocês dançando percebi que a sinergia, o flow, a entrega da alma de vocês em cada coreografia era única. A música sempre esteve presente na minha vida, mas, apenas há 1 ano tive o prazer de ir para uma escola de dança. Tenho seguido o trabalho de vocês há cerca de 3 meses… sou imensamente grata por cada sentimento que brota ao ver cada flutuar!!

  3. Savithri Maria

    História romântica, bela e dança perfeita. Sinto falta de dançarem mais samba, pois o pouco que há de vídeos a gente vê a leveza dos dois. Quando virão à Brasília? Deveriam, pois iria assistí-los. Parabéns lindo casal. Adoro vê-los dançando.

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